quinta-feira, 12 de julho de 2007

O BARBA AZUL

Era uma vez um homem muito rico, possuía muitas propriedades, todas com belíssimos palácios, na cidade e no campo. Tudo que tinha dentro de seus palácios era belo e suntuoso, suas baixelas eram de ouro e prata, as cadeiras eram estofadas com tapeçarias, as carruagens recobertas de ouro. Mas apesar de toda sua riqueza ele tinha uma tristeza, sua barba era azul, e isso o tornava tão feio que todas as mulheres e moças fugiam quando se deparavam com ele.

Nas redondezas vivia uma nobre dama que tinha duas filhas e quatro filhos, e ninguém sabia dizer qual delas era mais bela. O homem pediu a essa senhora que lhe concedesse a mão de uma de suas filhas, e deixou que ela mesma escolhesse qual das duas lhe daria. O pedido não agradou a nenhuma das duas, que ficaram empurrando o pedido de uma para a outra, pois nenhuma delas queria se casar com um homem de barba azul. O que tornava a situação mais difícil e as moças mais descontentes é que este homem já se casara muitas vezes antes e ninguém sabia o que fora feito das antigas esposas.

Para conquistar sua amizade, Barba Azul levou as moças, os irmãos e a mãe, algumas amigas delas e mais alguns rapazes conhecidos na cidade para uma estadia em uma de suas casas de campo. Ficaram lá por mais de uma semana, e para sua surpresa divertiram-se muito, fizeram incansáveis passeios, pescarias, caçadas, piqueniques, danças, banquetes e ceias. À noite pregavam peças uns nos outros e era tão divertido que mal viam a noite passar. Por fim foi tudo tão agradável que a filha caçula, Leonora, começou a se envolver com ele, achando-o um perfeito cavalheiro, um homem maravilhoso, e que aquela barba não era assim tão feia. Assim que retornaram à cidade o casamento foi realizado.

Um mês se passou na mais perfeita calma e alegria até que um dia Barba Azul disse à mulher que precisava viajar para tratar de negócios importantes na cidade próxima. Demoraria pelo menos seis semanas. Insistiu que ela se divertisse na sua ausência. Se lhe agradasse poderia receber suas amigas e passar com elas um tempo na casa de campo.

Entregou à esposa uma grande argola cheia de chaves e foi descrevendo a porta que cada uma delas abria: “ Estas são as chaves dos dois grandes depósitos, estas são as dos meus cofres-fortes onde estão guardados todo nosso ouro e nossa prata, esta outra é onde estão as baixelas de ouro e prata que não são de uso diário, essa a do quarto onde guardo todas as jóias, e aqui está a chave mestra de todos os aposentos do palácio. Por último tem essa chave pequenina, é a chave do gabinete da grande galeria do térreo. Você é livre para abrir qualquer porta e para entrar onde quiser, mas proíbo-lhe terminantemente de entrar nesse quartinho e, se abrir nem que seja uma pequena fresta dessa porta nada neste mundo poderá protegê-la da minha ira.

Leonora prometeu que obedeceria estritamente as suas ordens, que não precisava se preocupar. Barba Azul lhe deu um beijo de despedida, entrou na carruagem e partiu rumo aos seus negócios.

As amigas da recém-casada, ansiosas por conhecer o fausto do palácio não pensaram duas vezes quando esta lhes fez o convite. Enquanto o marido estava por lá elas não ousavam se aproximar, pois aquela barba azul as amedrontava. Sem perda de tempo começaram a explorar tudo que encontravam, os salões ricamente decorados, os gabinetes, os quartos, os guarda-roupas cada um mais suntuoso que o outro, ficando boquiabertas diante de tanta riqueza e de tanta beleza, tapeçarias, camas, sofás, pratarias, cristaleiras e cristais, tecidos, baixelas, louças das mais finas, etc.Havia espelhos em que a pessoa podia se ver da cabeça aos pés. Alguns espelhos tinham moldura de vidro, outros de prata, outros eram bisotados, e todos eram os mais bonitos e magníficos que já tinham visto.

As convidadas estavam para morrer de inveja da amiga. Esta, porém, não conseguia se divertir com nada, nem com a companhia das amigas, nem com sua vida luxuosa, pois em seu pensamento só uma coisa existia: abrir o gabinete do andar térreo. Estava tão atormentada por sua curiosidade que, sem nem se aperceber que era uma falta da anfitriã abandonar suas convidadas sozinhas, desceu por uma escadinha secreta, e tão depressa que por duas ou três vezes quase rolou pelos degraus abaixo. Por fim chegou à porta do gabinete e parou, considerando quais poderiam ser as conseqüências de eu ato, desobedecendo a veemente proibição do marido. Mas a tentação era grande demais e a venceu. Tremendo de emoção pegou a chavezinha e abriu a porta.

Não conseguia enxergar nada, as janelas estavam fechadas. Aos poucos seus olhos foram se acostumando à escuridão e começou a perceber que o assoalho estava todo recoberto por sangue coagulado, e que naquele sangue se refletiam os cadáveres de muitas mulheres mortas, as antigas esposas do Barba Azul, dependuradas ao longo das paredes, degoladas e enfileiradas num espetáculo macabro e aterrador.

Ficou paralisada de pavor e, ao puxar a chave da fechadura, esta caiu de sua mão trêmula. Respirou fundo, apanhou a chave, trancou a porta e subiu ao seu quarto para recobrar a calam. Esforço em vão, seus nervos estavam em frangalhos, naquele momento nada conseguiria tranqüilizá-la. Foi aí que olhou a pequena chave do gabinete macabro e notou que ela ficara manchada de sangue.Esfregou-a com seu lenço duas ou três vezes, mas o sangue não saia, parecia estar impregnado na chave. Tentou lavá-la e esfregá-la com areia, sabão e com todo material de limpeza que encontrou, mas o sangue não saía, pois a chave era encantada e não havia meio comum que pudesse remover àquela mancha. Bastava limpar o sangue de um lado da chave que ele reaparecia no outro lado.

Naquela mesma noite Barba Azul chegou de viagem dizendo que seus negócios se resolveram antes do que ele pensava, auferindo grandes lucros. Leonora fez tudo que pôde para lhe demonstrar que estava radiante com seu rápido regresso. Na manhã seguinte ele pediu as chaves de volta e ela as devolveu, mas suas mãos tremiam tanto que facilmente ele entendeu tudo que acontecera na sua ausência.

“Onde está a chave do gabinete”, perguntou, “por que não está junto com as outras ?”

“Acho que a esqueci lá em cima, na mesinha do quarto”.

“Não esqueça de devolvê-la logo mais”, disse Barba Azul.

Leonora tentou o quanto pode esquivar-se de devolver a chave, até que não foi mais possível. O marido recebeu a chave e após examiná-la muito bem perguntou à mulher:

“Por que a chave está manchada de sangue?”

“Não tenho a menor idéia”, respondeu a pobre mulher, trêmula e pálida.

“Não tenho a menor idéia”, replicou Barba Azul, “mas eu tenho”. Você me desobedeceu e entrou no gabinete! Pois agora entrará ali e não mais sairá, você tomara seu devido lugar ao lado das damas que lá já estão.

Em prantos a pobre se atirou aos pés do marido implorando seu perdão, jurando arrependimento. Teria comovido um rochedo o seu sofrimento. Mas Barba Azul tinha o coração mais duro que um rochedo.

“Você precisa morrer”, o perverso lhe disse, “e imediatamente”.

“Já que não há escapatória”, ela respondeu, fitando-o diretamente nos olhos, “me dê algum tempo para que eu possa fazer minhas orações”.

“Dou-lhe um quarto de hora”, disse o marido, “mas nem um segundo a mais.”.

Quando ficou sozinha chamou Ana, sua irmã mais velha que estava passando uns dias na casa, contou o que sucedera e disse: “minha irmã, suba no alto da torre e veja se nossos irmãos estão chegando. Eles me prometeram me fazer uma visita ainda hoje. Assim que os vir faça um sinal para que se apressem.”.

Muito aflita Ana subiu rapidamente ao alto da torre e de vez em quando a pobre Leonora desesperada perguntava: “Ana, querida irmã, não está vendo ninguém chegar?”.

E a irmã respondia: “Só vejo o sol ofuscante e o capim verdejante”.

Nesta hora Barba Azul, visivelmente transtornado e com um cutelo nas mãos, gritou para a mulher a plenos pulmões:

“Desça já, ou subirei aí para buscá-la”.

“Um momento mais, por favor, ainda não acabei de rezar”, a mulher lhe respondeu, e logo perguntou baixinho:

“Ana, querida irmã, não está vendo chegar ninguém?”

E a irmã respondeu:

“Só vejo o sol ofuscante e o capim verdejante”.

“Trate de descer depressa, ou subirei aí para buscá-la”.

“Já vou! Respondeu Leonora, e implorou:

“Ana, querida irmã, não está vendo chegar ninguém?”

“Estou vendo”, ela respondeu, “vejo quatro cavaleiros que vêm para este lado, mas ainda estão muito longe...Deus seja louvado!” ela exclamou aliviada. “São os nossos irmãos. Estou fazendo todos os sinais que posso para que acelerem o passo.”

Barba Azul completamente enfurecido se pôs a gritar tão alto que toda a casa tremeu. A infeliz esposa desceu e jogou-se a seus pés, debulhando-se em lágrimas, toda descabelada.

“Nada que você faça poderá me comover”, disse Barba Azul, “Você tem de morrer.”

Com uma das mãos agarrou-a pelos cabelos e com a outra ergueu o cutelo no ar, pronto para lhe cortar a cabeça. Leonora voltou-se para ele com os olhos repletos de lágrimas e suplicou que lhe desse um momento para que se preparasse.

Com um olhar duro e a voz mais dura ainda ele respondeu: “Não. Recomende a alma a Deus, pois sua hora chegou.” E erguendo o braço...

Nesse instante bateram à porta com tanta força que Barba Azul ficou simplesmente paralisado. A porta foi arrombada com violência e por ela entraram quatro soberbos cavaleiros que, empunhando a espada, correram diretamente para Barba Azul. Reconhecendo os irmãos de sua mulher, dois dragões, os dois outros mosqueteiros, ele saiu correndo para salvar a própria pele. Mas os quatro irmãos, ágeis e bem treinados, o perseguiram tão de perto que facilmente o agarraram antes que esse pudesse chegar à escada. Atravessaram seu corpo com suas espadas e o deixaram cair morto. Leonora completamente extenuada mal teve forças para se levantar e abraçar os irmãos.

Como Barba Azul não tinha herdeiros sua mulher recebeu a posse de todos os seus bens. Ela empregou parte de sua fortuna para casar a irmã Ana com um jovem fidalgo que a amava há muito tempo. Parte empregou para ajudar seus quatro irmãos a ficarem muito bem de vida e para a sua mãe, que embora nobre tinha alguns problemas financeiros. Com toa sua família amparada e feliz Leonora tratou enfim de seu próprio casamento com um nobre muito direito que conheceu e por que se apaixonou, e que por também amá-la muito a fez esquecer tudo o que sofrera nas mãos do Barba Azul.

40 comentários:

Carolina disse...

barba azul é um conto muito bom =)

Duda disse...

eu passei anos esperando p/ saber qual era o final da historia
e qd descobri era isso..??!?!?

que decepção
esperava coisa melhor

Rosane disse...

a um resumo da historia as sobrinhas da bruxa onilda e barba azul

Menininha bossa-nova disse...

Vc conhece um conto da Marina Colasanti que se chama "De um certo tom azulado"? É uma releitura deste, e é muito bom!

Edu Silva disse...

Como é que pode um conto tão carcniceiro como esse ser contado ás crianças??????????????????

Uma merda!!!!!

regina disse...

porque tanta mulheres casam com o barba azul até hoje,elas ,nós vemos o perigo os queridos nos avisam e mesmo assim insistimos! é caso de se pensar quem é o seu barba azul?

Rejane disse...

Se engana quem pensa que os contos deste tipo nao devem ser contados as crianças.
Para quem nao sabe eles ajudam no desenvolvimento psicologico.

Mulheres!!!!!

Quantas de nos estamos casadas com o Barba azul???

Por uma questao de cultura.
Nos anulamos, nos subtemos, nos perdemos e continuamos a achar que ele nao é tao feio assim.
Por motivos familiares, financeiros, religiosos e outros ficamos casadas com o Barba Azul sempre achando que ele nao é tao feio assim.
A jovem esposa do conto ousou enfrentar e viveu feliz para sempre!

Muito bom conto!!

Claudia disse...

É verdade. Parabéns pelo seu comnetário. Muitas mulheres não conseguem se libertar, pois não tem CORAGEM DE VER ATRÁS DA PORTA. Precisamos ter a coragem de enfrentar as coisas que não nos faz feliz.

damares disse...

nossa essa historia e muito legal

mas ela bem que mericia
como disse ditado a curiosidade matou o gato

damares disse...

nossa essa historia e muito legal

mas ela bem que mericia
como disse ditado a curiosidade matou o gato

damares disse...

nossa essa historia e muito legal

mas ela bem que mericia
como disse ditado a curiosidade matou o gato

damares disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
barbara waleria disse...

eu adorei o conto!!!!!!!

só não entendi porque a chave era encantada????????

será que era pra ele fiscalizar suas esposas........

Mini Fotógrafa disse...

Todos entenderam que a história por trás da história é a seguinde:

Barba azul teve um desentendimento com a primeira mulher então MATOU-A e jogou-a no quarto.A segunda passou o mesmo que a da história:Foi proibida de entrar lá mas entrou e viu o corpo...E assim em diante até a merecida morte do Barba Azul...

Cassiano Vianna disse...

A Moral da história é inversa...rsrsrs:

"Julgue o livro pela capa": Se ele é feio e/ou tiver uma barba azul, desconfie, pois acabará morta num armário;
"A curiosidade deixou o gato rico!":Se estiver curiosa, vá em frente que você acabará com a herança do marido!
kkk....Muito engraçado!! kkk

carolmartins disse...

muito bomm barba azuk é um conto otimoo

patricinha disse...

patricia ouvi esta historia quando criança em partes e achei um suspense maravilhoso sou fã deste conto hoje reli estou com 33 anos agora e a emoção é a mesma de quando criança.

Pati Bani disse...

Para quem quiser se aprofundar no assunto, sugiro que leia "Mulheres que correm com os lobos". Interessantíssimo! Abre nossos olhos.

Across the Universe disse...

que lixo

quem foi o inutil que escreveu isso

luiznet disse...

um conto bem carniceiro para uma criança de 4 anos

Bruna Gaspar disse...

Naum substimem o conto. Quem conseguir lê-lo por traz do simbolismo vai entender o que estou falando. Eu já estive nas mãos do barba azul incontáveis vezes e posso dizer com propriedade o quanto é difícil primeiro aceitar a situação, enxergar e depois sair dela. O arquétipo do barba azul é traiçoeiro, mto poderoso, não há como medir forças com ele. Naum podemos com ele. E ele nos envolve qtas vezes aparecer se não estivermos alerta. Ele hipnotiza, é como uma DROGA, que vc toma e naum consegue mais parar por mais que ela esteja acabando com vc, por mais que vc sinta todos os dias morrer um pouco. Vc naum consegue, é forte de mais, hipnotizante de mais. E o estrago é sempre bem feito, naum existe outro final pra quem se depara com ele que seja diferente de muita dor e perda. Não se engane. Tentei inúmeras vezes de inúmeras formas mudar esse final, mas ele é sempre o mesmo. O barba azul é uma verdadeira tocaia. Se conseguir identificá-lo na sua vida, corra o qto puder.

Bruna Gaspar disse...

Naum substimem o conto. Quem conseguir lê-lo por traz do simbolismo vai entender o que estou falando. Eu já estive nas mãos do barba azul incontáveis vezes e posso dizer com propriedade o quanto é difícil primeiro aceitar a situação, enxergar e depois sair dela. O arquétipo do barba azul é traiçoeiro, mto poderoso, não há como medir forças com ele. Naum podemos com ele. E ele nos envolve qtas vezes aparecer se não estivermos alerta. Ele hipnotiza, é como uma DROGA, que vc toma e naum consegue mais parar por mais que ela esteja acabando com vc, por mais que vc sinta todos os dias morrer um pouco. Vc naum consegue, é forte de mais, hipnotizante de mais. E o estrago é sempre bem feito, naum existe outro final pra quem se depara com ele que seja diferente de muita dor e perda. Não se engane. Tentei inúmeras vezes de inúmeras formas mudar esse final, mas ele é sempre o mesmo. O barba azul é uma verdadeira tocaia. Se conseguir identificá-lo na sua vida, corra o qto puder.

Bruna Gaspar disse...

Naum substimem o conto. Quem conseguir lê-lo por traz do simbolismo vai entender o que estou falando. Eu já estive nas mãos do barba azul incontáveis vezes e posso dizer com propriedade o quanto é difícil primeiro aceitar a situação, enxergar e depois sair dela. O arquétipo do barba azul é traiçoeiro, mto poderoso, não há como medir forças com ele. Naum podemos com ele. E ele nos envolve qtas vezes aparecer se não estivermos alerta. Ele hipnotiza, é como uma DROGA, que vc toma e naum consegue mais parar por mais que ela esteja acabando com vc, por mais que vc sinta todos os dias morrer um pouco. Vc naum consegue, é forte de mais, hipnotizante de mais. E o estrago é sempre bem feito, naum existe outro final pra quem se depara com ele que seja diferente de muita dor e perda. Não se engane. Tentei inúmeras vezes de inúmeras formas mudar esse final, mas ele é sempre o mesmo. O barba azul é uma verdadeira tocaia. Se conseguir identificá-lo na sua vida, corra o qto puder.

sampaio Neto disse...

Como é possível contar uma porcaria dessas para crianças de 06 a 08 anos, depois contesta-se a violência.

sampaio Neto disse...

Como é possível contar uma porcaria dessas para crianças de 06 a 08 anos, depois contestam a violência.
aqui vemos tudo de errado:
Cobiça, inveja, assassinato, discriminação do diferente.

Danielle Oliveira disse...

Eu sei que é um conto infantil mas acho que deixa muito a desejar. Há muitas lacunas a serem preencidas como a razão pela qual o personagem tinha a barba azul e o que o levou a matar suas esposas anteriores, muitos poderam dizer que é pelo fato delas terem o desobedecida e aberto a porta mas isso não explica o fato dele ter matado a primeira. Além do mais não havia razões óbvias para tal brutalidade visto que a primeira impressão era de que se tratava de um homem bom cujo o único mal era ter uma barba azul.

gabrielle victoria lopes disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
gabrielle victoria lopes disse...

O q vc esperava q terminase com um.
Final feliz q nem o da cinderela ou o q

gabrielle victoria lopes disse...

O q vc esperava q terminase com um.
Final feliz q nem o da cinderela ou o q

gabrielle victoria lopes disse...

O q vc eperava q twrminase com um.
Final felzq nem na cinderela é.

Unknown disse...

SÃO EXATAMENTE OS CONTOS CARNICEIROS COMO DISSE UM AMIGO AÍ, QUE FAZ COM QUE AS CRIANÇAS ENTREM EM CONTATO COM OS CONTEÚDOS IMAGINÁRIOS E POSSAM ELABORAR NAS SUAS CONSCIENCIAS. ;....JUSTAMENTE POR ESSES CONTOS TÃO AMEDRONTADORES QUE ELABORAMOS OS MONSTROS DENTRO DE CADA UM DE NÓS, POIS CONTAR AS CRIANÇAS COISAS BONITINHAS E ANGELICAIS AS DEIXAM COMO BRUTALIZADAS NA REALIDADE, TORNANDO-SE MATADORES E PSICOPATAS ..........NÃO FAZEM NA IMAGINAÇÃO FARÃO NO REAL.

maria eduarda garrote garcia disse...

Nossa eu ao essa história, descobri num livro que peguei na biblioteca do meu colégio, e fiquei encantada !!!! D+ !!

ViviProductionsGoogle+ disse...

Me contaram essa história!As gurias da sala ficaram bem assustadas até eu!Muito boa essa história!Um conto bem adulto e Juvenil!

ViviProductionsGoogle+ disse...

Me contaram essa história!As gurias da sala ficaram bem assustadas até eu!Muito boa essa história!Um conto bem adulto e Juvenil!

testabala@hotmail.com disse...

A pessoa quer explicações, pois disse que há "lacunas". Isso não é novela da Globo. O conto é excelente. Que comentário mais idiota. Há entrelinhas em todas as grandes obras. Quer explicações, estude Teoria Literária e tire suas próprias conclusões.

Beatriz Gabriel disse...

Simplesmente ossam exelente :-) :-)

Fabiana Raquel Calloni disse...

Este é um conto para mulheres adultas e não para crianças. Já cai no conto do Barba Azul.. uma das piores dores que já tive...dor da alma, do coração e medo por ser ele uma pessoa de influência e poderosa....
Vontade de gritar ao mundo o nome desta pessoa a expor já que não tem dó de ninguém a não ser dele mesmo. Fere, usa ao seu bel prazer de uma maneira nojenta e egoista

Leia7176@gmail.com Silva disse...

Muito bom parabéns adorei sabe um pouco mais

Oilo Mattos disse...

Engraçado a maioria das mulheres aqui, fazem esta associação direta com tudo de ruim que podem encontrar em um homem que, aliás, elas próprias escolhem.
Como pergunta o ditado; Porque as mais bonitas sempre preferem os mais canalhas?
Façam, por favor, associações menos infantis que olham apenas para seus próprios umbigos e assim verão um pouco mais da moral da estória como um todo.
Ninguém é perfeito; nem eu, nem você, nem o Barba e muito menos a moça boazinha. Mas quem se deu bem mesmo foi ela e sua bela família, não foi?
Casou por interesse, encantada com as maravilhas de um palácio de campo e a possibilidade de uma vida de fausto.
Pois por mim a moral seria bem mais direta, sem direito à interpretações egocentradas de um suposto bem vencendo um suposto mal.
Por mim morreria o Barba e ela seria infeliz para sempre com um dinheiro amaldiçoado, o qual ela não sabe nem nunca quis saber a procedência nem nunca fez por onde ganhá-lo.
Aí sim, mesmo com toda estas desgraças, seria enfim uma estória para ser contada às crianças. Algo realmente pedagógico.

Evanier Valeriano disse...

O Livro citado em um dos comentário " Mulheres que Correm com os Lobos" é bom recorte dessa história magnifica.